segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A depressão geralmente é uma doença devastadora. Todos nós sabemos que a depressão clínica afeta o humor, os padrões do sono, o apetite, a motivação e até a vontade de viver. Mas o que muitas pessoas não se dão conta é do grau que os transtornos depressivos afetam os relacionamentos. Um casamento em que um dos parceiros está com depressão, tem nove vezes mais propensão de acabar, do que um onde não exista a depressão.

Esta estatística marcante não é o único fator a indicar o quão destrutivo pode ser uma depressão clínica para os relacionamentos. As relações íntimas das pessoas com depressão são mais estressantes e mais rodeadas de conflitos do que das pessoas não depressivas; brigas e desentendimentos são muito mais comuns. Neste contexto, não é uma surpresa que a depressão – e os problemas sexuais causados pela depressão – seja a razão mais comum dos casais que procuram uma terapia. Aproximadamente 50% das mulheres depressivas reclamam de sérios problemas dentro do casamento.

Os parentes de pessoas deprimidas também sofrem de preocupação excessiva, raiva e exaustão. Pessoas que convivem com um indivíduo deprimido estão mais propensas à depressão e têm um risco maior de desenvolver outros problemas emocionais, como ansiedade e fobias.

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